Com o início do verão, o calor aperta e nada
melhor que um leque para refrescar o ar.Com dois pauzinhos de gelado, uma
cartolina e um pedaço de gelado, podes começar a pensar em construir o teu
leque para o verão.
sábado, 20 de junho de 2020
Protetor Solar
No verão é tempo de sol, praia, piscina, caminhadas... Mas precisamos de alguns cuidados, como a água e o PROTETOR SOLAR...
sexta-feira, 19 de junho de 2020
Luísa, "As histórias da minha vida"
No ano em que assinala 50 anos
de vida literária, Luísa Ducla Soares abre-nos a porta da sua intimidade ao
recordar neste livro momentos da sua vida e da sua carreira que irão fazer as
delícias de todos os seus leitores – crianças e não só.
Através de histórias,
ilustrações e fotografias, ficamos a conhecer Luísa: a criança, a jovem, a mãe,
a avó e a escritora. Não são, naturalmente, esquecidos os mais novos,
inspiradores e destinatários de grande parte da sua obra.
O livro é a autobiografia para
crianças (e não só) de um dos nomes incontornáveis da literatura infantojuvenil
em Portugal, que celebra a vida dedicada aos livros, numa edição especial que
assinala os 50 anos de vida literária da autora: Luísa Ducla Soares.
Aventuras de Engrácia
Aventuras da Engrácia é uma
história de Maria Alberta Menéres narrada aqui, ao mesmo tempo, por Carla
Galvão, em Português, e Zé Luís Rebel, em Língua Gestual Portuguesa.
Com pessoas e desenhos feitos
à mão, que aparecem nos sítios mais inesperados e, às vezes, até se mexem e
tentam falar, os atrevidos. São contos fantásticos que põem a imaginação a
crescer dentro de ti. Tudo pode acontecer. Experimenta ver.
Rádio Miúdos
No âmbito da parceria com a
Rádio Miúdos na promoção de ações que promovam o desenvolvimento de
competências de literacia mediátics, a RBE associa-se à iniciativa que convida
crianças e jovens que falem português a participarem nas emissões online desta
rádio.
Os destinatários principais
desta iniciativa são todas as crianças, fundamentalmente as do ensino básico,
para que estas tenham oportunidade de ter voz e de aprenderem e se divertirem a
fazer rádio com os os seus pares de todo o país e até do estrangeiro. Os
professores e pais, que também queiram participar, são muito bem vindos. Será
uma oportunidade de ter a escola ou a biblioteca escolar representada numa
iniciativa que chega a várias partes do mundo.
Para participar basta enviar
um email ou contactar o número 965 191 518 (telefone, WhatsApp ou sms) para
combinar a hora e saber o ID do Zoom, plataforma através da qual podem entrar
na emissão. Em alternativa poderão participar por telefone, caso não tenham
acesso ao Zoom, ou enviar uma mensagem para o número de telefone ou ainda
através de mensagem de voz no site da Rádio Miúdos na barra laranja onde diz
"grava aqui a tua mensagem de voz".
quinta-feira, 18 de junho de 2020
Concursos da Plataforma Escolicidade
A Escola Nogueira Pinto está de parabéns. É a quarta vez que ganha o Prémio “Frutinhas”.
Este ano letivo 2019/2020, foram vencedores deste concurso Municipal os alunos:
Leonor Sá do 4º ano – T4 – 1º Lugar e
Rodrigo Inácio do 3º ano – T3 – 3º Lugar
A Leonor escreveu o texto "Frutinhas o salva-vidas"
e o Rodrigo Inácio o texto "O primeiro dia de escola do Frutinhas"
Também a aluna Francisca Lobo Teixeira do 4º ano – T4, arrecadou o 2º lugar num dos concursos Nacionais “Aprender Fazendo”, com o trabalho:
Tertúlia com Luísa Ducla Soares
À boleia do tema “Os livros são a minha praia”, as duas autoras vão deambular em torno das possíveis sensações provocadas pelo livro, contando histórias da sua experiência pessoal e evocando exemplos de obras, para mostrar de que forma a leitura se pode comparar a um mergulho no mar ou a uma tarde de sol num areal.
Projeto de divulgação de poesia da aluna Sarah do 2ºano da EB Nogueira Pinto
Neste tempo de confinamento a aluna Sarah , de apenas 8 anos, criou o hábito de ler poesia de poetas que escrevem em português e quis partilhar com todos os alunos do agrupamento.
Assim criou o canal de YOUTUBE - Poesia de Cor.
Espreitem que vale a pena!
"O Piquenique do Tomás"
Era um dia de Sol e o Tomás
tinha combinado com os seus amigos fazer um piquenique junto ao pequeno lago. Tudo
corria bem e todos se divertiam, menos o João que não queria brincar e quis
ficar quietinho no seu cantinho...
quarta-feira, 17 de junho de 2020
Uma Lenda com Lágrimas de Crocodilo
A lenda dos crocodilos chorões
começou no antigo Egito, a terra dos Faraós. Os espertos répteis deixavam cair
umas lágrimas para atrair as presas e transformá-las em almoço com os seus
terríveis dentes. No entanto há quem diga que estes grandes carnívoros são
capazes de chorar. A verdade é que a expressão "lágrimas de
crocodilo" tem um significado muito engraçado. Queres aprender?
terça-feira, 16 de junho de 2020
José Jorge Letria e a "Loja das Palermices"
Uma coleção com a chancela
RTP, que é uma das grandes apostas da Zero a Oito, com autores e ilustradores
portugueses de renome e temas atuais junto das famílias portuguesas.
Na Loja das Palermices há de
tudo: antiguidades e modernices, uma menina lourinha, ninhos de andorinhas e
velas sem pavio para mastros de navio.
Para visitar esta loja
fantástica, as crianças só têm de apanhar boleia de bicicleta ou camião e irem
diretas para à Rua da Imaginação.
Clica na imagem e ouve o autor do livro, José Jorge Letria.
segunda-feira, 15 de junho de 2020
Constrói um moinho de vento
No dia do vento, fica o desafio para construíres este moinho
de vento. Para isso precisas de:
- papel de lustre rosa
- régua
- tesoura
- x-acto
- lápis
- rolha
- pionés
- circulo em papel
- palito grande
Mãos à Obra!
"Um Pé de Vento"
Muitos dos nossos alunos já leram este livro. Para recordar ou como sugestão para requisitarem o livro que inclui CD.
Esta história, dirigida ao
público infantil, recorre à fantasia e à surpresa para contar como um Pé de
Vento transformou o sítio dos animais onde há muito a alegria não chegava. A
sensibilidade, a inteligência e a força do Senhor Vento fizeram rodopiar aquele
lugar, onde os animais viviam sem pensar nos outros. O esquilo sabia guardar
segredos, mas não sabia o que um Pé de Vento podia causar, nem tu…

Leitura+ Acessível
Leitura+ Acessível é um
programa do PNL2027 para fomentar práticas e competências de literacia com
todos, promovendo a inclusão e a igualdade de oportunidades no acesso à
leitura, ao conhecimento e à cultura.
Para facilitar a divulgação
dos diferentes meios de informação e de expressão e promover a inclusão social
através da leitura e da escrita, o Portal PNL2027 disponibiliza um espaço de
partilha de materiais, experiências e saberes, com livros em diferentes
formatos e suportes, recursos digitais de acessibilidade, propostas de
ferramentas e metodologias de trabalho, projetos e conteúdos inspiradores.
O PNL2027 convida ao
conhecimento e à divulgação desta iniciativa!
domingo, 14 de junho de 2020
sábado, 13 de junho de 2020
Desafio: Quadras dos Santos Populares
Para terminar o ano letivo em festa, desafiamos os alunos do 2.º Ciclo para escreverem uma quadra alusiva aos santos populares.
O trabalho final será publicado no dia de S. João.
sexta-feira, 12 de junho de 2020
"Direitos das Crianças"
Direitos da crianças é uma história escrita por Maria João Carvalho que nos relembra que todas as crianças têm o direito de ser protegidas, amadas e cuidadas.
12 de junho - Dia Mundial contra o Trabalho Infantil
Nem todo trabalho realizado por crianças deve ser
classificado como trabalho infantil, que deve ser alvo de eliminação. A
participação de crianças ou adolescentes em trabalhos que não afetam sua saúde
e desenvolvimento pessoal ou interferem em sua escolaridade é geralmente
considerada algo positivo. Isso inclui atividades como ajudar os pais em casa,
ajudar nos negócios da família ou ganhar dinheiro fora do horário escolar e
durante as férias escolares.
O termo "trabalho infantil" é frequentemente
definido como um trabalho que priva as crianças de sua infância, seu potencial
e sua dignidade, e que é prejudicial ao desenvolvimento físico e mental.
Refere-se ao trabalho que:
- é mental, fisicamente, social ou moralmente perigoso e prejudicial às crianças;
- interfere na escolaridade.
As piores formas de
trabalho infantil envolvem crianças
sendo escravizadas, separadas de suas famílias, expostas a perigos e doenças
graves e / ou deixadas para se defender nas ruas das grandes cidades -
geralmente em idade muito precoce.
Assista a um debate virtual no dia Mundial do Trabalho Infantil.
quarta-feira, 10 de junho de 2020
A Bandeira Nacional
A bandeira da
República Portuguesa assumiu as cores atuais após a implementação da República
em 5 de outubro de 1910. Substituiu a bandeira azul e branca da monarquia e
herdou as cores dos estandartes revolucionários do século XIX.
Divide-se
verticalmente em duas cores, verde e vermelho, ficando o verde do lado da
tralha ou do mastro. No centro, está o escudo das Armas Nacionais, orlado de
branco, assente sobre a esfera armilar manuelina, em amarelo e avivada de
negro.
O comprimento
é uma vez e meia superior à altura. O verde ocupa dois quintos do tamanho da
bandeira e o vermelho, ocupa os restantes três quintos. O emblema preenche
metade da altura, ficando a igual distância da orla superior e inferior.
Foi criada por
uma comissão nomeada pelo governo provisório da República em 1910, composta
pelo pintor Columbano Bordalo Pinheiro, o escritor Abel Botelho, o jornalista
João Chagas e dois combatentes do 5 de outubro o tenente Landislau Pereira e o
capitão Afonso Palla. Preserva as cores verde e vermelho, dos movimentos
revolucionários republicanos de finais do século XIX que levaram à abolição da
Monarquia.
Não foi
consensual a adoção das cores, mas a comissão justificou a decisão: o branco
representa «uma bela cor fraternal, em que todas as outras se fundem, cor de
singeleza, de harmonia e de paz»; O vermelho «… uma das cores fundamentais por
ser a cor combativa, quente, viril, por excelência. É a cor da conquista e do
riso».
O verde que
não tinha tradição histórica em Portugal, surgiu no estandarte da revolta de 31
de janeiro de 1891 que conduziu à deposição da monarquia em 1910, e por isso
foi mantido como uma das cores da bandeira da República.
A história do Hino Nacional
O Hino
Nacional, também conhecido pela “Portuguesa”, foi composto em 1890 como uma
canção de protesto na sequência do ultimato inglês. Adotada pelos republicanos,
veio a transformar-se no hino em 1911.
A letra de ”A
Portuguesa” foi escrita por Henrique Lopes de Mendonça e a música composta por
Alfredo Keil. O tema surge em 1890 na sequência do ultimato inglês que exigia a
retirada dos portugueses dos territórios entre Angola e Moçambique. A imposição
foi considerada uma afronta ao país, mas a coroa, apesar dos protestos, pouco
pôde fazer para reverter a situação.
A versão
completa d’A Portuguesa” afirmava a independência e apelava ao patriotismo
contra os “Bretões” (britânicos), palavra que foi substituída na versão atual
pela palavra “Canhões”. Foi rapidamente adotada pelos revolucionários
republicanos que a cantaram quando em 31 de janeiro de 1891 tentaram, no Porto,
um primeiro golpe de estado para derrubar a coroa. A monarquia proibiu-a.
Com a implantação
da República em 1910 a canção voltou a ouvir-se nas ruas e foi consagrada como
Hino Nacional, em 19 de junho de 1911, pela Assembleia Constitutiva.
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